Olá Pessoal,
Do Botão Turbo ao Algoritmo: Onde foi parar o nosso "C":>
Em 1992, a gente não "navegava", a gente operava. O som do modem tentando encontrar o portador era o sinal de que estávamos entrando em um território novo. Não existia mouse, existia lógica. Se você queria que o Winchester respondesse, você tinha que saber o comando exato. A gente lutava por cada KB de memória base no config.syspara fazer a máquina nos obedecer.
Hoje, não precisamos mais digitar comandos. A interface é colorida, o toque é suave e a máquina parece nos entender antes mesmo de falarmos. Mas, nessa transição do disquete de 5¼ para a nuvem, algo mudou: deixamos de ser os programadores para nos tornarmos o código.
O “prompt” agora é emocional. A máquina não quer mais o seu comando, ela quer o seu comportamento.
No vídeo abaixo, eu volto à raiz para explicar como o fluxograma de 1956 se transformou no cercadinho digital de 2026. Dê o play e saia do modo automático.
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