Today (while I was returning from a walk on the beach), I was thinking about routine, and how it has a great impact on everyone's lives (anywhere in the world). This is a type of process that is well known for guiding our day-to-day lives, putting all our activities on a kind of list that we need to always pay close attention to so that the daily balance is positive (that is, so that we have done everything as expected).
I think I can speak for everyone when I say that even knowing the importance of establishing a routine, it's common sense to say that this process can be very boring at times. Basically, we are conditioning ourselves to always do the same things, in the same way, and within the same schedule. This gives us a consistent feeling of programmed "robotization" over the process... Even if it is a more humanized process.
Although some activities require schedules and ways of execution that do not allow for optimization, I believe that routine can be something more "naturally organic" if it is approached with more lightness and with a "switch" at certain more specific points (such as: changing the setlist of songs, taking new routes to or from work, or even paying more attention to scenarios that we often consider ordinary).
The stigma of routine is often "fueled" by each of us according to what other people believe, the way they act, or what we have been conditioned to consider as absolute truth by external means (such as social media, for example), when in fact, each of us is always responsible for creating this path according to what suits us best as human beings and always considering what our needs are.
This does not change the fact that following a routine can be boring, but sometimes the scenario can easily change (positively speaking) when we look at everything around us with more attention and more admiration. The ends may even be justified by the means, however, this is not automatically connected to the fact that the means are always the same (so that the positive result is achieved) on all the roads we choose.
Hoy (mientras regresaba de un paseo por la playa), pensaba en la rutina y en cómo tiene un gran impacto en la vida de todos (en cualquier parte del mundo). Este tipo de proceso es bien conocido por guiar nuestro día a día, anotando todas nuestras actividades en una especie de lista a la que debemos prestar atención constante para que el balance diario sea positivo (es decir, para que hayamos hecho todo como se esperaba).
Creo que puedo hablar por todos cuando digo que, aun sabiendo la importancia de establecer una rutina, es lógico pensar que este proceso puede ser muy aburrido a veces. Básicamente, nos condicionamos a hacer siempre lo mismo, de la misma manera y dentro del mismo horario. Esto nos da una sensación constante de "robotización" programada del proceso... Aunque sea un proceso más humanizado.
Aunque algunas actividades requieren horarios y formas de ejecución que no permiten la optimización, creo que la rutina puede ser algo más "naturalmente orgánico" si se aborda con más ligereza y con un “cambio de chaves” en ciertos puntos más específicos (como: cambiar la lista de canciones, tomar nuevas rutas para ir o volver del trabajo, o incluso prestar más atención a situaciones que a menudo consideramos normales).
El estigma de la rutina suele ser alimentado por cada uno de nosotros según lo que otros creen, su forma de actuar o lo que hemos sido condicionados a considerar como verdad absoluta por medios externos (como las redes sociales, por ejemplo). Sin embargo, cada uno es siempre responsable de crear este camino según lo que mejor nos convenga como seres humanos y considerando siempre nuestras necesidades.
Esto no quita que seguir una rutina pueda ser aburrido, pero a veces el panorama puede cambiar fácilmente (positivamente hablando) cuando observamos todo lo que nos rodea con más atención y admiración. Los fines pueden incluso justificarse por los medios; sin embargo, esto no implica automáticamente que los medios sean siempre los mismos (para lograr el resultado positivo) en todos los caminos que elegimos.
Hoje (enquanto eu estava voltando de uma caminhada na praia), eu estava pensando sobre a rotina, e como isso tem um grande impacto na vida de todas as pessoas (em qualquer parte do mundo). Esse é um tipo de processo que é bem conhecido por guiar o nosso dia-a-dia, colocando todas as nossas atividades em uma espécie de lista a qual precisamos estar sempre bem atentos para que o saldo diário seja positivo (ou seja, para que tenhamos feito tudo como esperado).
Acho que posso falar por todos quando eu digo que mesmo sabendo da importância de estabelecermos uma rotina, é um senso comum dizer que esse processo pode ser algo muito chato em alguns momentos. Basicamente, estamos nos condicionando a fazer sempre as mesmas coisas, da mesma maneira e dentro de um mesmo horário. Isso nos traz uma consistente sensação de “robotização” programadas sobre o processo... Ainda que seja um processo mais humanizado.
Embora algumas atividades precisem de horários e maneiras de execuções que não permitem otimizações, eu acredito que a rotina pode ser algo mais “naturalmente orgânico” se for encarada com mais leveza e com uma “virada de chave” em determinados pontos mais específicos (como por exemplo: mudar o setlist das músicas, fazer novos caminhos para ir ou voltar do trabalho, ou até prestar mais atenção em cenários que muitas vezes nós considerados como ordinários).
O estigma da rotina muitas vezes é “alimentado” por cada um de nós de acordo com o que as outras pessoas acreditam, pelo modo que elas agem ou que fomos condicionados a considerar como verdade absoluta por meios externos (como as mídias sociais, por exemplo), quando na verdade, cada um de nós sempre é responsável por criar esse caminho de acordo com que nos cabe melhor enquanto seres humanos e sempre considerando quais são as nossas necessidades.
Isso não muda o fato de que seguir uma rotina pode ser algo maçante, mas às vezes, o cenário pode facilmente mudar (positivamente falando) quando nós olhamos tudo o que está ao nosso redor com mais atenção, e com mais admiração. Os fins podem até ser justificados pelos meios, porém, isso não está automaticamente conectado com o fato dos meios serem sempre os mesmos (para que o resultado positivo seja alcançado) em todas as estradas que vamos escolhendo.
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