By definition, risky assets are those types of investments where there is a search for financial return, within an action plan that "cries out" for the efficiency of choices at the right times, in a fast (and at the same time, also fierce) way. Within a scenario where market volatility can generate astronomical profits, it is in moments of very high devaluation (at the same level) that things become "obscure" in "equal" proportions.
Some examples that can be easily mentioned within this context are cryptocurrencies themselves (which are already widely known worldwide, although they still have a long way to go in terms of adoption and mass adoption), stocks and some other investment funds that are naturally considered quite daring for the vast majority of investors. A tempting set of investment options... But how far is it viable?
Given this more recent geopolitical scenario, all these options end up becoming what are called "risk options". Not only because of the political issue (which ends up being the focus of all attention), but also because of countless economic disappointments around the world, which even bring the United States as a "case study" resulting from everything that is happening there at the moment (precisely speaking)... A succession of increasingly worse mistakes.
I don't believe this scenario will last forever, after all, the tide is always constantly changing direction. On the other hand, we need to take into account that many political movements made out there have been strongly pointed out as the cause of all this chaos related to the depreciation of risk assets. On the other hand, this helps to bring assets like Gold (seen as a much more protective asset) to the negotiating table.
What I think is most visible at the moment is a scenario of devaluation and collective concern about longer-than-expected timeframes for action (if it's even possible to predict anything within the financial market with much precision). This uneven pace ends up breaking the dynamics of investments and drives away potential new investors, while also "braking" the consistency of interest from older investors in a more competitive game.
Another point to be touched upon within this theme is not limited to the financial aspect, because after all, any significant loss of money can also bring psychological and emotional problems. The shock can be intense, and almost always brings immeasurable consequences for different realities. The traditional economy then merges with a disruptive economy, where it is necessary to learn how to coexist in a universe that is already our future.
Por definición, los activos de riesgo son aquellos tipos de inversión que buscan una rentabilidad financiera, dentro de un plan de acción que “grita” por la eficiencia de las decisiones en el momento oportuno, de forma rápida (y a la vez, feroz). En un escenario donde la volatilidad del mercado puede generar ganancias astronómicas, es en momentos de devaluación muy alta (al mismo nivel) cuando la situación se vuelve "oscura" en proporciones "iguales".
Algunos ejemplos que se pueden mencionar fácilmente en este contexto son las propias criptomonedas (que ya son ampliamente conocidas a nivel mundial, aunque aún tienen un largo camino por recorrer en términos de adopción masiva), las acciones y algunos otros fondos de inversión que, naturalmente, se consideran bastante audaces para la gran mayoría de los inversores. Un conjunto tentador de opciones de inversión... ¿Pero hasta qué punto es viable?
Ante este escenario geopolítico más reciente, todas estas opciones terminan convirtiéndose en lo que se denomina "opciones de riesgo". No solo por la cuestión política (que acaba acaparando toda la atención), sino también por las innumerables decepciones económicas en todo el mundo, que incluso ponen a Estados Unidos como "caso de estudio" debido a todo lo que está sucediendo allí en este momento (en realidad)... Una sucesión de errores cada vez peores.
No creo que este escenario dure para siempre; después de todo, la marea cambia constantemente de dirección. Por otro lado, debemos tener en cuenta que muchos movimientos políticos han sido señalados con firmeza como la causa de todo este caos relacionado con la depreciación de los activos de riesgo. Por otro lado, esto contribuye a que activos como el Oro (considerado un activo mucho más protector) se incorporen a la mesa de negociaciones.
Lo que creo que es más visible en este momento es un escenario de devaluación y la preocupación colectiva por plazos de acción más largos de lo esperado (si es que es posible predecir algo con precisión en el mercado financiero). Este ritmo desigual acaba alterando la dinámica de las inversiones y alejando a posibles nuevos inversores, a la vez que “frena” la constancia del interés de los inversores más veteranos en un entorno más competitivo.
Otro punto a abordar en este tema no se limita al aspecto financiero, ya que, al fin y al cabo, cualquier pérdida significativa de dinero también puede acarrear problemas psicológicos y emocionales. El impacto puede ser intenso y casi siempre conlleva consecuencias inconmensurables para diferentes realidades. La economía tradicional se fusiona entonces con una economía disruptiva, donde es necesario aprender a coexistir en un universo que ya es nuestro futuro.
Por definição, os ativos de riscos são aqueles tipos de investimentos onde há uma busca por retorno financeiro, dentro de um plano de ação que “grita” pela eficiência das escolhas nos momentos corretos, de um jeito rápido (e ao mesmo tempo, também feroz). Dentro de um cenário onde a volatilidade do mercado pode gerar lucros astronômicos, são em momentos de altíssima desvalorização (no mesmo nível) que as coisas ficam “obscuras” dentro de proporções “iguais”.
Alguns exemplos que podem ser facilmente mencionados dentro desse contexto são as próprias criptomoedas (que já são amplamente conhecidas mundo à fora, apesar de ainda ter um caminho de adesão e massificação ainda bem longo pela frente), as ações e alguns outros fundos de investimentos que são naturalmente considerados como algo bastante ousado para a grande maioria dos investidores. Um conjunto tentador de opções para investir... Mas até onde é viável?
Diante desse cenário geopolítico mais recente, todas estas opções acabam por se tonar as chamadas “opções de risco”. Não apenas pela questão política (que acaba ficando no centro de todas as atenções), mas também por incontáveis decepções econômicas mundo à fora, que inclusive, trazem os Estados Unidos como um “estudo de caso” decorrente de tudo o que está acontecendo por lá neste momento (precisamente falando)... Uma sucessão de erros cada vez pior.
Não acredito que esse cenário seja algo para toda uma eternidade, afinal, a maré sempre está em constante mudança de sentido. Por outro lado, precisamos levar em consideração que muitos movimentos políticos feitos por aí vem sendo fortemente apontados como os causadores de todo esse caos relacionado a depreciação dos ativos de risco. Por outro lado, isso ajuda a trazer para a mesa de negociações ativos como Ouro (visto como um ativo muito mais protecionista).
O que eu penso ser mais visível nesse momento é um cenário de desvalorização e preocupação coletiva com prazos de ação mais longos do que o previsto (se é que é possível prever alguma coisa dentro do mercado financeiro com muita precisão). Esse ritmo descompassado acaba quebrando a dinâmica de investimentos e acaba afastando possíveis novos investidores, ao mesmo em que “freia” a constância de interesses de investidores mais antigos num jogo mais acirrado.
Outro ponto a ser tocado ainda dentro desse tema, não se resume apenas a parte financeira, porque afinal, qualquer grande perda significativa de dinheiro pode trazer também problemas de ordem psicológica e emocional. O abalo pode ser intenso, e quase sempre traz consequências imensuráveis para diferentes realidades. A economia tradicional então se funde a uma economia disruptiva, onde é preciso aprender a como coexistir em um universo que já é o nosso futuro.
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